Prezado Thomas,
Nunca tive um BBS daqueles de passar a mão e ouvir anjos cantando que não tivesse cobrado algum tipo de pedágio. Normalmente a conta aparece depois, na forma de irritação, ardência ou aquele arrependimento silencioso diante do espelho.
Posso afirmar com certa tranquilidade que, em 9 de cada 10 vezes, a busca pelo BBS absoluto termina numa combinação de sangue, suor e lágrimas. Principalmente lágrimas quando você olha o pescoço algumas horas depois.
Com o tempo percebi que o melhor do barbear tradicional é o processo, não o resultado final em si. O problema é que todo iniciante acredita que será a exceção à regra.
Eu comecei no barbear clássico usando um navalhete. Via os gringos e os veteranos com 20 ou 30 anos de experiência fazendo aqueles barbeados cinematográficos e pensava: "Claro, parece fácil. É só passar a lâmina."
Rapaz...
Foi aí que descobri que existe uma enorme diferença entre assistir alguém se barbear no YouTube e ser o cidadão segurando a lâmina às seis da manhã, ainda com sono.
Nas primeiras tentativas, o resultado da barba até ficava aceitável. O problema era explicar por que o pescoço parecia ter participado de uma sessão de tortura medieval.
Hoje valorizo muito mais um DFS confortável do que um BBS conquistado à força. Afinal, a barba cresce de novo amanhã.
abs,
Igor.
Nunca tive um BBS daqueles de passar a mão e ouvir anjos cantando que não tivesse cobrado algum tipo de pedágio. Normalmente a conta aparece depois, na forma de irritação, ardência ou aquele arrependimento silencioso diante do espelho.
Posso afirmar com certa tranquilidade que, em 9 de cada 10 vezes, a busca pelo BBS absoluto termina numa combinação de sangue, suor e lágrimas. Principalmente lágrimas quando você olha o pescoço algumas horas depois.
Com o tempo percebi que o melhor do barbear tradicional é o processo, não o resultado final em si. O problema é que todo iniciante acredita que será a exceção à regra.
Eu comecei no barbear clássico usando um navalhete. Via os gringos e os veteranos com 20 ou 30 anos de experiência fazendo aqueles barbeados cinematográficos e pensava: "Claro, parece fácil. É só passar a lâmina."
Rapaz...
Foi aí que descobri que existe uma enorme diferença entre assistir alguém se barbear no YouTube e ser o cidadão segurando a lâmina às seis da manhã, ainda com sono.
Nas primeiras tentativas, o resultado da barba até ficava aceitável. O problema era explicar por que o pescoço parecia ter participado de uma sessão de tortura medieval.
Hoje valorizo muito mais um DFS confortável do que um BBS conquistado à força. Afinal, a barba cresce de novo amanhã.
abs,
Igor.
