Prezado Eduardo,
Desculpe, mas ainda não consegui entender o seu ponto de vista neste caso.
Você diz: “Antes de reclamar, eu busco uma solução”.
Mas o usuário precisa inventar ou buscar uma solução para um projeto ruim, desenvolvido por uma empresa com mais de 120 anos de história? Uma empresa que, inclusive, foi responsável por popularizar o conceito de barbeador de segurança?
Então, seguindo essa lógica, a solução seria a seguinte: a Gillette, depois de mais de 123 anos de história, deveria parar de desenvolver projetos ruins e começar a ouvir os usuários, em vez de simplesmente jogar o problema no colo de quem comprou o produto e só quer utilizá-lo.
Ou agora nós, consumidores, também temos que virar designers de graça para corrigir as decisões de projeto de uma empresa desse porte?
É justamente isso que não consegui entender na sua análise sobre o KCG. Não vejo por que cabe ao usuário encontrar uma solução para uma deficiência de projeto do produto.
Creio que, se a Gillette voltasse às raízes e simplesmente observasse como foi projetado o Tech, que ficou em fabricação por mais de 40 anos, já teríamos 50% do problema resolvido.
Abs,
Igor
Desculpe, mas ainda não consegui entender o seu ponto de vista neste caso.
Você diz: “Antes de reclamar, eu busco uma solução”.
Mas o usuário precisa inventar ou buscar uma solução para um projeto ruim, desenvolvido por uma empresa com mais de 120 anos de história? Uma empresa que, inclusive, foi responsável por popularizar o conceito de barbeador de segurança?
Então, seguindo essa lógica, a solução seria a seguinte: a Gillette, depois de mais de 123 anos de história, deveria parar de desenvolver projetos ruins e começar a ouvir os usuários, em vez de simplesmente jogar o problema no colo de quem comprou o produto e só quer utilizá-lo.
Ou agora nós, consumidores, também temos que virar designers de graça para corrigir as decisões de projeto de uma empresa desse porte?
É justamente isso que não consegui entender na sua análise sobre o KCG. Não vejo por que cabe ao usuário encontrar uma solução para uma deficiência de projeto do produto.
Creio que, se a Gillette voltasse às raízes e simplesmente observasse como foi projetado o Tech, que ficou em fabricação por mais de 40 anos, já teríamos 50% do problema resolvido.
Abs,
Igor
