Prezado Convencional, você acaba de confirmar algo importante: material bom não significa que o produto seja bom — muito menos que vá nos agradar.
E falando de aparelhos ruins de entrada — e quando digo “de entrada”, estou sendo generoso — tenho um desses Sekich. É uma coisa pavorosa. Absolutamente imprópria para uso, algo que considero sinceramente insalubre para se colocar no próprio rosto.
É, inclusive, o único barbeador da minha coleção que não fica fora do banheiro. Está há uns bons quatro anos dentro de uma gaveta no gabinete do banheiro. E continua lá. Intocado. Esquecido. Praticamente cumprindo pena em regime fechado.
Então, prezados foristas, tomei uma decisão: vou deixá-lo exatamente onde está pelos próximos anos. Não vou mexer nele. Não vou usá-lo. Não vou sequer dar a ele o prazer de ser lembrado.
Vamos descobrir quanto tempo esse monumento à incompetência industrial consegue sobreviver.
Se, por algum milagre, esse negócio durar mais de 15 anos, farei questão de passá-lo adiante. Enviarei para algum filho de um dos confrades. Pode ser o filho do Convencional, do Kleber ou, quem sabe, até do João Américo.
E, para tornar a experiência ainda mais emocionante, colocarei na caixa um cartão com dizeres tocantes, explicando que aquele barbeador foi fabricado com um material muito apreciado pelo pai.
Imaginem a cena daqui a alguns anos:
“Filho, isto aqui pertenceu ao seu pai. É uma peça de grande valor sentimental.”
E o rapaz abre a caixa e encontra um Sekich.
Nesse momento, provavelmente começará a questionar seriamente a própria filiação ou a sanidade do progenitor.
abs,
Igor.
E falando de aparelhos ruins de entrada — e quando digo “de entrada”, estou sendo generoso — tenho um desses Sekich. É uma coisa pavorosa. Absolutamente imprópria para uso, algo que considero sinceramente insalubre para se colocar no próprio rosto.
É, inclusive, o único barbeador da minha coleção que não fica fora do banheiro. Está há uns bons quatro anos dentro de uma gaveta no gabinete do banheiro. E continua lá. Intocado. Esquecido. Praticamente cumprindo pena em regime fechado.
Então, prezados foristas, tomei uma decisão: vou deixá-lo exatamente onde está pelos próximos anos. Não vou mexer nele. Não vou usá-lo. Não vou sequer dar a ele o prazer de ser lembrado.
Vamos descobrir quanto tempo esse monumento à incompetência industrial consegue sobreviver.
Se, por algum milagre, esse negócio durar mais de 15 anos, farei questão de passá-lo adiante. Enviarei para algum filho de um dos confrades. Pode ser o filho do Convencional, do Kleber ou, quem sabe, até do João Américo.
E, para tornar a experiência ainda mais emocionante, colocarei na caixa um cartão com dizeres tocantes, explicando que aquele barbeador foi fabricado com um material muito apreciado pelo pai.
Imaginem a cena daqui a alguns anos:
“Filho, isto aqui pertenceu ao seu pai. É uma peça de grande valor sentimental.”
E o rapaz abre a caixa e encontra um Sekich.
Nesse momento, provavelmente começará a questionar seriamente a própria filiação ou a sanidade do progenitor.
abs,
Igor.
